ORIGAMI CURVO – BIENAL INTERNACIONAL DE CURITIBA

Exposição do Circuito de Galerias da Bienal Internacional de Curitiba
 
Origami Curvo é uma exposição transdisciplinar e coletiva com a participação de autoras nas áreas das artes visuais, música, performance e sociologia reunidas por um enunciado em comum: o corpo. O corpo em representação é um fundamento importante da história da arte ocidental – foi e continua sendo revisitado em suas diversas ênfases pelos artistas. Essa exposição, todavia, reivindica o lugar da crítica à essa história oficial e é guiada conceitualmente por uma ética feminista – inspirada, principalmente, pela produção de artistas mulheres dos anos 1960 e 1970 interessadas em ressignificar o corpo no campo da arte e em construir novas maneiras de estar no mundo.
O título da exposição retoma uma fala da artista Iole de Freitas (Belo Horizonte, 1945) que descreve seu trabalho escultórico como “dobraduras curvas”. A imagem impossível, abstrata e ficcional evocada pelo nome “origami curvo” é apenas o ponto de partida para um olhar sobre o corpo como questão no trabalho das 16 participantes da mostra. As pinturas, esculturas, instalações, vídeos, livros de artista, performances, apresentações e debates que integram a curadoria desenvolvem o tema por distintos vieses. Entre retas e curvas esse corpo se delineia em sua dimensão sexual, performativa, histórica, identitária, ancestral, psíquica e fisiológica.

 

 

 

 

 


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DE 01/JUL A 22/SET

Na exposição “Múltiplos”, nos debruçamos sobre esta palavra que permeia as artes visuais, possibilitando ao espectador descobrir obras múltiplas ou
múltiplos trabalhos sobre um mesmo assunto. São elas gravuras, fotografias, pinturas e esculturas. 

 

A exposição é formada por:  Angela Lima | Cintia Ribas | Fabio Noronha | Fernando Moleta | Gabriel Paulst | Gio Soifer | Gabriela Schmidt
| Gustavo Francesconi | Inara Passos | Janete Anderman | Maya Weishof | Marília Dias | Miguel Thomé | Lívia Fontana | 

 

SERVIÇO Exposição coletiva “Múltiplos” na Boiler Galeria, Al. Presidente Taunay 314, Batel – Curitiba (41) 3040.8016 / boiler@boilergaleria.com.br

 


ENTRE PLANOS DE GUSTAVO FRANCESCONI

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De 13 de Maio a 24 de Junho de 2017

“É um trabalho preciso, como um cálculo matemático ou uma fórmula química, isento de falhas. Mas não é um trabalho automático, com regras de continuidade; em cada obra Gustavo nos oferece uma fórmula para uma nova descoberta. Os trabalhos se relacionam como estações de pesquisa em um laboratório expositivo. Se existe uma teoria de organização no caos, é dessa paleta que o artista se alimenta, pulsante e nunca inerte.”* *texto de Eduardo Amato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gostaríamos de agradecer imensamente pela enorme quantidade de inscrições que recebemos para o 1º FESTIVAL DE VIDEOARTE MIRADA 2017. Nossa seleção teve critérios rigorosos de avaliação, pensando na representatividade que este formato possui no campo da arte. Os vídeos foram selecionados pelo Prof. Fabio Noronha.

Separamos três temas para a mostra, são eles: COLAGEM X MONTAGEM, FICÇÕES E VIDEOPERFORMANCE.

Serão 7 dias de exibição dos vídeos durante os meses de maio e junho: 13.05 (abertura – sábado), 18.05 (quinta-feira), 25.05 (quinta-feira), 01.06 (quinta-feira), 08.06 (quinta-feira), 15.06 (quinta-feira), 22.06 (quinta-feira). Os vídeos serão exibidos na vitrine da galeria a partir das 19h, com entrada gratuita e venda de drinks. A premiação (R$ 1.000,00 prêmio aquisição) será feita no dia da abertura. Selecionados FESTIVAL VIDEOARTE MIRADA 2017: Prêmio aquisição: – -Gabriel Paulst: Catch it like Beckham This is what I call an avalanche! Stjernøy Norway You Breathe.mp4 Selecionados: – Claudia Paim Devastação – Gio Soifer Que não me fizestes mulher – Maya Weishof Novo atlas escolar português. – Alan Amorim: Sociedade Anônima: I. Gang do Lixo – Filipe Rossato: escafandrofinalizadoberlim – Francisco Gusso: MONTEVERDE_ Francisco Gusso & Lígia Teixeira THRILLER | Francisco Gusso – Manaus EU_ACREDITO_OK SEX IS VIOLENT – Ricardo Ernest Machado (Cinema Sensível): o Beijo Repouso Polifásico Sem Sua Risada – Vivaldo Vieira Neto: FILA DE ESPERA – Coletivo S.T.A.R: REVELAÇÃO · REVELATION (2016) MOONOVOSOL.mp4 PROPAGATION · S.T.A.R. _ _ collective – Rafael de Toledo: TML (Coletivo, Conduita Filmes, 2016) – Luiz Rodolfo: Os sofrimentos da virtude 2

 

 


SP-ARTE
Festival Internacional de Arte de São Paulo

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Dos dias 06 a 09 de abril a Boiler Galeria fará parte de um dos mais importantes eventos do mercado global de artes. A SP-ARTE reúne artistas do Brasil e do mundo para um encontro criativo entre colecionadores, profissionais e amantes das artes. Estaremos no stand SC14, na área Showcase, onde serão expostos artistas emergentes.

 


Festival Vídeo Arte Mirada

 

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Em 2017 abrimos a M I R A D A – chamada voltada a videoarte/videoperformance para artistas nacionais e internacionais a serem exibidos em Maio de 2017 na vitrine do segundo andar da Boiler Galeria. Acreditamos que esse projeto é uma via de comunicação com o observador passante e tem a potência de atravessar o espaço físico da galeria no momento em que a vitrine torna-se uma tela convite a ser mirada. Os interessados em participar do processo seletivo devem enviar até três trabalhos para o email boiler@boilergaleria.com.br através do site “WeTransfer” até o dia 10 de abril de 2017, com os trabalhos propostos e ficha de inscrição. A comissão de julgadores poderá escolher a quantidade de trabalhos que achar necessário sendo apenas um por artista selecionado. Informamos que os vídeos selecionados serão exibidos na tela de projeção da vitrine da galeria – exposta para rua, com 3 metros de largura por 1,80 metros de altura. A exibição dos vídeos selecionados acontecerá durante todas as noites do mês de Maio. A ficha de inscrição será disponibilizada em breve no site e na página da galeria.

 

 


Peso Morto Corpo Vivo

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Eduardo Amato e Gio Soifer tramam suas pesquisas poéticas na exposição Peso Morto Corpo Vivo, que abrirá no dia 11 de Março as 14h na Boiler Galeria.
Com interlocução feita por Isadora Mattiolli, a exposição dialoga com o público a partir da temática do corpo, identidade e da linguagem onde os artistas exploram diferentes formas de expressão visual.
A exposição permanece até o dia 29 de abril.

PESO MORTO CORPO VIVO

O mito do encanto capaz de transformar a matéria inerte em ser operante é o enunciado de contos das mais diversas origens. O Golem do folclore judaico, humanoide em argila, manifesta-se pela palavra divina. O monstro de Frankenstein (1818), da autora britânica Mary Shelley (1797 – 1851), revolta-se contra o criador, que jamais revela como o trouxe à vida. Tetsuo, o homem de ferro (1988), desenvolve uma estrutura metalizada após uma cirurgia de prótese má-sucedida na perna, no filme dirigido por Shinya Tsukamoto (1960).

Pela experiência de construir um corpo e lhe soprar vida, Eduardo Amato (Castro, 1991) e Gio Soifer (Curitiba, 1991) apresentam nesta exposição trabalhos que aludem a um ser montado e desmontado, com partes que se regeneram e feridas que se desvanecem. Os artistas exploram uma corporalidade que é elaborada no imaginário do espectador, pois por onde se olha não há evidência da matéria – não há corpo além da sensação de um corpo.

As fotografias, instalações, objetos e desenhos expostos em Peso Morto Corpo Vivo tensionam uma presença confessada por sua ausência. As edificações tortas nos azulejos de Cursos primários, por exemplo, são mapas identitários onde se encontram desenhados percursos que levam a abrigos particulares. As linhas azuis formam os trajetos que nos orientam ao quarto de infância, à ressaca do mar, ao farol, ao jardim ou ao mais paradoxal abrigo do nosso próprio espírito.

A ideia de abrigo é explorada também no objeto Corpo estranho, dessa vez de maneira menos afetiva, pois enclausura um corpo retorcido, fragmentado, acomodado à estrutura que o suporta, e assim lhe confere uma configuração irreconhecível, monstruosa: a utopia de um corpo.

Por sua vez, no exercício de descrição do corpo pela fala, há sinais que o anunciam antes da linguagem. Há o riso decorrente do nervosismo, os goles de água amplificados pela garganta e o suspiro profundo que de antemão declara um corpo vivo. “Eu estou de olhos fechados”, primeira frase de um dos áudios da instalação Desvio concreto, é também a convocatória para compreender um corpo através da escuta.

Compreender um corpo não se trata apenas de assimilar seu peso, sua espessura, seu calor, suas veias e hematomas. O corpo não é neutro. Por sua existência ser historicamente constituída, o corpo ganha um gênero, um parentesco, uma religião e um estigma. Além do corpo há as roupas que ele veste, os acessórios que incorpora e os gestos que performa de acordo com a cultura.

O Talit, indumentária judaica, cobre os homens que rezam e os assemelham para o exercício da fé. É uma marca. Quando embalsamado em cera de abelha, perde sua função religiosa, tornando-se um peso morto para transformar-se em corpo vivo no campo da arte. Sua forma é preenchida por uma estrutura imaterial, feita de vento, soprando a memória de um corpo. O termo goi, para definir os não-judeus, representa outra marca. É uma distinção que define simbolicamente a presença de um outro. Na fotografia Goi, a marca registrada em fio dourado, faz do estigma velado uma cicatriz visível.

Quando a pergunta Você pode descrever o seu próprio corpo? foi feita a uma criança, ela depressa questionou: pode inventar? E é justamente pela ficção que podemos vivenciar uma nova experiência de corpo, imaginar-nos com asas, feitos de areia, tão grandes, tão enormes, até não sermos mais corpo. Até sermos outra coisa. Por meio da contemplação ativa, os artistas nos convidam a projetar um corpo pelos seus rastros, seus adereços, seus sons e seus discursos – e, assim, compartilhar a autoria de afirmar a vida.

Isadora Mattiolli

 

 


A casa do colecionador – Summer Thursdays

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Nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro repaginamos a galeria para uma programação especial de verão.

Você é nosso convidado para entrar no universo do colecionador de arte e curtir noites quentes de verão com a gente!

Com mais de 10 artistas participantes, a Boiler selecionou obras especiais para mostrar ao publico, ambientadas pela arquiteta Aline Roman.

Todas as quintas abriremos um barzinho charmoso com várias opções de gin para refrescar e um som bacana.

Nossa intenção é repensar este espaço que é a galeria de arte, tornando-o aconchegante para um encontro de verão.

Artistas:

Felipe Tosin
Antônio Arney
Antonio Wolf
Cintia Ribas
Eduardo Amato
Felipe Scandelari
Gio Soifer
Gustavo Francesconi
Janete Anderman
Livia Fontana
Maikel da Maia
Marilia Diaz
Maya Weishof

 


Exposição Antonio Arney, 90 anos – O poeta e o marceneiro

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Abertura da exposição de Antônio Arney, marcando seus 90 anos de existência. Aqui você vai encontrar obras recentes deste artista artesão.

Nascido em Piraquara, PR. Vive e trabalha em Curitiba.

Participou de inúmeras exposições.

Uma excelente oportunidade para conferir a produção de um artista experiente e apaixonado pelo que faz.

Exibição de 08 de novembro a 30 de novembro.

 

 

 

 

 

 

 


Exposição Maya Weishof e Livia Fontana

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A Boiler abre no mês de setembro – 15.09 / 05.11 – duas exposições individuais paralelas de artistas emergentes na cena contemporânea das artes visuais.

Dois caminhos que ocupam a mesma galeria.

No primeiro andar “Tente Ver o Oceano” // por Maya Weishof
com texto curatorial de Ulisses Carrilho (RJ) “Tente Ver o Oceano” é um convite para reconhecer a paisagem por via da palavra, do trajeto; do teu e do meu oceano; de assumir a paisagem como mapa e o mapa como paisagem. Mapas pintados, mapas instalados, mapas de um lugar que existe ou que são possíveis lugares: tente ver o oceano.

No segundo andar “Caixa de Maquiagem” // por Livia Fontana
com texto curatorial de Fabio Noronha, a artista apresenta uma série de fotografias onde explora a contemplação e a passagem do tempo no cotidiano. Objetos eletrônicos e do dia a dia se fundem com paisagens construindo um raciocínio encima do tédio, muitas vezes necessário para a evolução.

 

 

 

 

 

 


Exposição Acervo 2016

Fica até dia 10 de setembro a exposição “Acervo 2016”. Uma ótima oportunidade para conhecer a produção de promissores artistas pertencentes à galeria.

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Boiler Galeria para Mostra Artefacto 40 anos

A Boiler galeria está com obras no espaço sobre a Amazônia, da arquiteta Cybele Kinoshita e ainda no espaço sobre a Patagônia da arquiteta Fernanda Athayde para a Mostra Artefacto. A Mostra dura o ano todo, vale a pena conferir!

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Série My Computer, 2015/16

Felipe Scandelari

Um corpo entre a matéria e a imagem

(onde tudo reage sobre tudo)

As novas pinturas de Felipe Scandelari transcorrem um caminho entre a banalidade do mundo e o tratamento irônico do sublime. Em cada uma delas encontramos um conjunto de imagens que confluem diversos tempos num corpo pictórico contemporâneo. Sua matéria, evidente em pinceladas a óleo precisas, não carregam mais os emplastros de pinturas anteriores, mas permanecem alterando nossa percepção tanto ao nos afastarmos quanto ao nos aproximarmos. De perto, vemos o corpo matérico da imagem, a tinta que escorre, a marca do pincel, uma primeira estrutura do quadro, o caminho de pinceladas que parecem singrar do vazio ao pleno. De longe, o corpo pictórico se transforma numa narrativa alegórica de sua própria matéria e ofício – a pintura. Essa transformação não se reduz ao nosso afastamento, mas o artista se propõe a ir mais longe, permitindo o afastamento que só uma fotografia é capaz de se afastar do seu referente. Qualquer um que fotografe seus trabalhos, da distância correta, perceberá.

Entretanto, os elementos que vemos nas suas pinturas existem, ou existiram em algum momento. São fragmentos de fotografias recolhidas ao acaso, membros de sua família e amigos que posaram para uma fotografia e depois foram pintados, objetos da sua casa, da sua filha ou do seu ofício. Todos eles se transfiguram numa imagem de seu domínio. Não há resistência, as coisas que o rodeiam adentram sua pintura como um cortejo de bens materiais e simbólicos onde prevalece o sublime do desfile. A acuidade técnica na execução das suas obras faz com que todos os elementos necessários para sua compreensão estejam evidentes. Os elementos estruturantes de uma pintura são de conhecimento geral, já foram assimilados pela cultura, e isso permite Scandelari nos colocar diante do absurdo, entre o sublime e o kitsch.

Repare: há um jogo de movimento e força no plano que se equilibra, mesmo que tudo resulte no absurdo. As representações humanas não são proporcionais, observando os elementos de um lado a outro da tela vemos um braço aumentar ou diminuir. Os gestos mais esquivos de uma madona ou de um herói são pegos em movimento, vibram estáticos, e há uma distorção também da perspectiva que se cria pela cor, como se o renascimento fosse refeito pelo pós-impressionismo. Do baixo ao alto, onde podemos encontrar variedades de poder ou força, algo ainda mais contundente acontece: o caos instaurado nas partes de baixo das telas, tal como um inferno reduzido a um ou dois elementos do ofício do pintor, como pincéis, tintas, estojos e até mesmo brinquedos, está protegido por um arco paradisíaco de céu, espalhado pelo alto. Mais do que significar alguma coisa, podemos ver os diversos textos pintados na vertical reforçando esse jogo de força em latitude, obrigando nossos olhos a subirem e a descerem.

Os diversos tempos da história da arte usados por Scandelari não param por aí. As suas novas pinturas são atravessadas por séculos de história da própria pintura e, mais do isso, de história da criação de imagens. Ao mesmo tempo, em meio a tantas coisas que podem ser ditas e relacionadas, há uma convicta tradução contemporânea do silêncio, com seus balões de histórias em quadrinhos ou de celulares vazios. Como se em algum momento, com todos os tempos presentes, ironias e procedimentos equivalendo-se, nada mais pudesse ser dito, fazendo prevalecer o silêncio.

Arthur do Carmo

fev./2016

 

 


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Boiler Galeria realiza primeira exposição de 2016 exibindo obras de Felipe Scandelari

No próximo dia 8 de março (3ª feira), a partir das 19h, a Boiler Galeria apresenta as obras do artista curitibano Felipe Scandelari. Ele trabalha com pinturas realistas e tem sua carreira marcada por participação em mostras internacionais como a Bienal de Curitiba.

Segundo a curadora Livia Fontana, “estamos comemorando um ano de galeria com um riquíssimo portfólio de artistas atuais. Em 2015, levamos a arte brasileira para a Berliner Liste, que foi muito bem acolhida. Percebemos que estamos realmente conseguindo nos conectar com colecionadores e amantes da arte”.

Com traços sutis, Scandelari mistura imagens do cotidiano e elementos clássicos para fazer uma pintura moderna inspirada na fotografia e até mesmo na ilustração.

“A acuidade técnica na execução das suas obras faz com que todos os elementos necessários para sua compreensão estejam evidentes. Ele permite nos colocar diante do absurdo, entre o sublime e o kitsch”, comenta o crítico e curador Arthur do Carmo.

Na série My Computer, o artista discute a banalidade do mundo com ícones e referências de imagens presentes no seu dia a dia. Sua pintura em óleo sobre tela mostra recortes de fotografias de família, amigos, madonas e super-heróis, objetos de casa, pincéis e brinquedos.

Felipe Scandelari

Bacharel em Pintura (Embap), participou do Bolsa Produção da Fundação Cultural de Curitiba no Solar do Barão, já expôs individualmente na Casa Andrade Muricy e na Estação Arte (Ponta Grossa). Dentre as principais coletivas estão Rumos Itaú Cultural (2014, 2010, 2009), Bienal de Curitiba e O Estado da Arte – 40 Anos da Arte Contemporânea no Paraná no Museu Oscar Niemeyer (2011), 11° Salão Paulista – MAC-SP (2006), 38° Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba.

Boiler Galeria

Nasceu em 2015, com a intenção de incentivar a arte curitibana e apresentá-la para o público amante de arte contemporânea. Para tanto, realiza exposições, workshops e consultoria de imagem. Atua com artistas brasileiros como Cintia Ribas, Jefferson Santos, Maikel da Maia, Thais Beltrame, Marília Diaz, Lidia Ueta, Gustavo Francesconi participando inclusive de feiras internacionais como SP Arte e Berliner Liste. São pinturas, fotografias, gravuras, colagens e esculturas selecionadas em um programa curatorial que une técnica apurada, originalidade nas criações e representatividade no mercado de arte.

Serviço:

Exposição My Computer
Artista: Felipe Scandelari
Data: 8 de março (abertura às 19h) a 5 de maio de 2016
Horário de visitação: 14h às 19h (3ª feira a sábado)

 

 


DEZ à FEV 2016 – Múltiplos

EXPOSIÇÃO COLETIVA MÚLTIPLOS – 2a EDIÇÃO

Amelia Correia

Cintia Ribas

Constance Pinheiro

Eduardo Amato

Gustavo Francesconi

Janete Anderman

Jefferson Santos

Jéssica Luz

Lidia Ueta

Lívia Fontana

Lucas Alameda

Maikel da Maia

Maya Weishof

Mário de Alencar

Rony Belinho

Selo Dois (Fran Ferreira e Marcos Frankowicz)

SK Canfield

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06 OUTUBRO – Almanaque para entrevistar surrealismos

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

Cintia Ribas

Com interlocução e texto de Fábio Noronha, a exposição, integrante do Circuito de Galerias da Bienal Internacional de Curitiba, apresenta novos trabalhos escultóricos e de fotomontagem, linguagens artísticas exploradas pela artista. Segundo Fábio Noronha, “fotomontagem é como um suplemento capaz de modular discursos publicitários/ideológicos/políticos de forma bastante direta – ela é arranjada principalmente por matéria-prima da própria indústria gráfica”. Ainda segundo ele, a fotomontagem “teve um papel importante na implementação da própria ideia de antiarte, que é caracterizada pelo desejo de descartar/substituir total ou parcialmente os valores das formas artísticas (ou não) vigentes; de existir junto de modelos conhecidos, com seus estranhamentos internos, apropriados para dizer da justaposição de elementos distintos e formar vizinhanças improváveis sob categorias inusitadas”.

Cartaz Facebook
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29 AGOSTO – BERLINER LISTE 2015_ACERVO BOILER

EXPOSIÇÃO COLETIVA BERLINER LISTE 2015_ACERVO BOILER

André Azevedo

Biel Carpenter

Cintia Ribas

Constance Pinheiro

Eduardo Amato

Gustavo Francesconi

Jefferson Santos

Lidia Ueta

Lívia Fontana

Marilia Diaz

Maya Weishof

Rony Belinho

A exposição tem como referencial o início do processo de internacionalização da galeria marcado pela participação da Boiler na feira de arte alemã Berliner Liste entre os dias 16 e 20 de setembro. A feira, que acontece paralelamente à abc – art berlim contemporary, faz parte da Berlin Art Week. Berliner Liste 2015_Acervo Boiler foi concebida como uma extensão do que será apresentado na feira alemã no stand da Boiler.

Cartaz facebook
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07 JULHO – Estórias com poucas palavras

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

Marília Diaz

Palavras da artista

“Com todos os seus olhos a criatura vê o aberto.“ Rainer M. Rilke

Nos anos de 1600 o homem enfrenta o fenômeno da distância. Os deslocamentos vividos pelo navegador e a observação transformam-no em colecionador daquilo que o impressiona e difere do que conhece. Nascem os Gabinetes de Curiosidades, também chamados de Gabinetes de Arte ou de Maravilhas. Exemplos da fauna e flora e objetos, hoje caracterizados como etnográficos, constituíam a Naturalia, artefatos, a Artificialia e os testemunhos do passado as Antiquitas – todas, formas expositivas e de organização dos acervos, mais tarde transformados em Museus de História Natural. Formas de dimensionar e conquistar o mundo e a si mesmo.

Na Era Vitoriana, arranjos visuais com resíduos de experiências, desejos, memórias afetivas são encerrados em caixas, contentores de tempo. Objetos encapsulados, imóveis, colhidos dos acontecimentos. Espaço que permitia a exploração pelo olho que navegava.

Depois, Anselm Kiefer, Cornell, Duchamp, Schwitters, Man Ray, Picabia, John Cage, Joseph Beuys, Les Bicknell, Ian Tyson, Paul Johson, Magritte, Farnese, Jeanete Mussati e outros artistas reconhecidos retomam as aglomerações e justaposições em caixas, transformando o mundo das aparências.

Parafraseando Mário Vargas Llosa, iniciei esta exposição em uma pilhagem sistemática de tudo que esteve ao alcance de minha sensibilidade, interesse e cognição desde a infância, quando comecei a examinar a fundo coisas insignificantes para os adultos. A seguir, guardei para poder ver de novo e de novo, continuamente. Ao lidar com os guardados construo novos sentidos.

Outra grande referência para esta exposição foi a visita ao Museu da Inocência em Istambul, considerado o melhor Museu da Europa em curadoria e colecionismo. Orham Pamuk, construtor de mundos, me incitou à lide com os guardados e a “collage”, raiz da assemblage…

Em corolário, na constelação de objetos ordinários repetidos, aglutinados estão as caixas, gavetas, garrafas, os barcos e também os mapas e os livros que se transformam em aves e contam sobre a magia que habita as coisas e o que de tudo isso habita em mim.

Marília Diaz, Inverno de 2015.

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13 JUNHO – Origens + Múltiplos

EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL ORIGENS

Gustavo Francesconi

EXPOSIÇÃO COLETIVA MÚLTIPLOS

Cintia Ribas

Constance Pinheiro

Eduardo Amato

Gio Soifer

Jefferson Santos

Jéssica Luz

Lívia Fontana

Maikel da Maia

Maya Weishof

Ricardo Perini

Rochele Borelli

Távia Jucksch

Thaíssa Nunes

Luna Loo

Gustavo Contreiras

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04 MAIO – TRAMAS

EXPOSIÇÃO COLETIVA TRAMAS

Biel Carpenter

André Azevedo

A Boiler galeria apresenta a exposição TRAMAS, trazendo ao público dois artistas contemporâneos; André Azevedo e Biel Carpenter em um diálogo e aproximação entre poéticas distintas para mostrar uma parcela da diversidade da produção em arte contemporânea na cidade de Curitiba. Mediada pelo texto de Samuel Dickow a exposição abre dia 4 de maio, às 19 horas com visita guiada pelo artista Cleverson Oliveira.

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09 MARÇO – INAUGURAÇÃO

EXPOSIÇÃO COLETIVA INAUGURAL

Samuel Dickow

Jaime Silveira

Lidia Ueta

Diego Cagnato

Galeria de arte contemporânea situada em Curitiba, dispõe de obras de arte originais e fotografias de artistas brasileiros, escolhidos através de um programa curatorial que, além de técnica apurada busca originalidade nas criações apresentadas. Apresenta artistas escolhidos pela representatividade e a consistência de sua obra, além de técnica apurada e originalidade em suas criações. Localizada em uma área central caracterizada pelo envolvimento cultural, tem em seu programa, exposições, workshops e meetings. A Boiler galeria tem como intenção incentivar a arte local e apresenta-la de para o público amante de arte contemporânea.

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