JANETE ANDERMAN

Vive e trabalha em Curitiba – PR, Brasil. Desenvolve um trabalho em diversas mídias (fotografia, vídeo, instalação, paisagismo…), e atualmente pesquisa sobre estabelecer um sistema, criando um inventário / arquivo como parte do processo de trabalho. Investigando as plantas e seus ambientes naturais, aquelas que crescem espontaneamente, as que nos alimentam, as endêmicas na cidade, e a escala humana nessa paisagem. Uma coleção, um processo cartográfico que busca a apreensão do movimento que surge da tensão fecunda entre fluxo/forças, entre tempo cósmico e o tempo humano finito, que valora a expressão antropológica, questões ambientais e territoriais. Suas pinturas, denominadas “estudos sobre a gravidade” constroem vias de acesso para envolver-se com outras possibilidades das relações entre homem e seus ambientes primordiais. A sucessão de acontecimentos, os diferentes tempos entre a criação humana e o fluxo natural são fontes de pesquisa, e ao colocar esses tempos em coexistência ela provoca uma mutação de sensibilidade. Colocando tempo mineral e vegetal em primeiro plano.

Lives and works in Curitiba – PR, Brazil. She develops a work in diverse media (photography, video, installation, landscaping …), and currently researches on establishing a system, creating an inventory / file as part of the work process. Investigating plants and their natural environments, those that grow spontaneously, those that feed us, the endemic ones in the city, and the human scale in this landscape. A collection, a cartographic process that seeks the apprehension of the movement that arises from the fruitful tension between flow / forces, between cosmic time and finite human time, which values the anthropological expression, environmental and territorial issues. Her paintings, called “studies on gravity”, construct access routes to get involved with other possibilities of the relations between man and his primordial environments. The succession of events, the different times between human creation and natural flow are sources of research, and by placing these times in coexistence she causes a mutation of sensitivity. Putting mineral and vegetable time in the foreground.